
Irmão s.m.: filho do mesmo pai e da mesma mãe; membro de uma mesma irmandade, confraria ou comunidade religiosa; título de fraternidade que os homens podem dar-se mutuamente.
Rodrigo, Rô, Rodrualdo ou Roncetti - como queiram chamar - nasceu no dia 8 de agosto de 1992, pouco antes de eu completar quatro anos. E, como não podia deixar de ser, eu morri de ciúmes. Claro. Tanto que voltei a chupar chupeta e a usar fralda. Sempre arranjava um jeito de chamar a atenção e falava feito um neném - é, eu fiquei um saco.
Mas os anos difíceis passaram e depois deles veio a fase boa. Bem boa, aliás. Eu e o Rô nos tornamos grandes companheiros. Nas brincadeiras de cachorro, aquelas que a gente colocava sucrilhos num prato fundo e comia direto com a boca. Nas lavagens do corredor da casa antiga, eu de calcinha e ele de cueca, ficávamos escorregando de joelhos até bater no freezer que ficava ali. Imitar leões dentro do carro nas idas a Vitória. E os filmes da Disney? Nossa, isso sim resume perfeitamente nossa infância feliz. Sabíamos todas as musiquinhas e cantávamos junto com os personagens. A que mais marcou foi a da "Bela e a Fera" que a gente até inventou uma dancinha para aquela parte '...é uma chama aceeeesa...' quando caíamos, juntos, no sofá. Brincar de bonequinho então, era o mais engraçado. Ele lá, querendo fazer uma brincadeira de luta, ação e eu com a barbie chamando o Max Steel dele para ir ao cinema e querendo fazer romancezinho - sempre colocando o tal do 'amor' no meio, idiota.
Rodrigo, Rô, Rodrualdo ou Roncetti - como queiram chamar - nasceu no dia 8 de agosto de 1992, pouco antes de eu completar quatro anos. E, como não podia deixar de ser, eu morri de ciúmes. Claro. Tanto que voltei a chupar chupeta e a usar fralda. Sempre arranjava um jeito de chamar a atenção e falava feito um neném - é, eu fiquei um saco.
Mas os anos difíceis passaram e depois deles veio a fase boa. Bem boa, aliás. Eu e o Rô nos tornamos grandes companheiros. Nas brincadeiras de cachorro, aquelas que a gente colocava sucrilhos num prato fundo e comia direto com a boca. Nas lavagens do corredor da casa antiga, eu de calcinha e ele de cueca, ficávamos escorregando de joelhos até bater no freezer que ficava ali. Imitar leões dentro do carro nas idas a Vitória. E os filmes da Disney? Nossa, isso sim resume perfeitamente nossa infância feliz. Sabíamos todas as musiquinhas e cantávamos junto com os personagens. A que mais marcou foi a da "Bela e a Fera" que a gente até inventou uma dancinha para aquela parte '...é uma chama aceeeesa...' quando caíamos, juntos, no sofá. Brincar de bonequinho então, era o mais engraçado. Ele lá, querendo fazer uma brincadeira de luta, ação e eu com a barbie chamando o Max Steel dele para ir ao cinema e querendo fazer romancezinho - sempre colocando o tal do 'amor' no meio, idiota.
Nós crescemos e com isso as brincadeiras agora são outras. Brincamos de conversar até altas horas na cozinha enquanto ele faz misto quente. Ele chama minha atenção quando eu estou sendo burra e me aperta até eu perder o ar quando implico com ele - sim, ele está muito maior do que eu. Aquele menininho loiro e magrelo, se tronou um homenzarrão forte e inteligente. Que me escuta e me entende como ninguém.
Não vejo a hora de você chegar, Rô. Saudades. Muita.
P.S: Post dedicado ao meu irmão que está fora. Lembrando que além dele eu tenho mais um pentelhinho. Renan.
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