domingo, 25 de julho de 2010

Resumo do dia - parte XII.

"Eu sei que sou exatamente o que 98% dos homens não gostam ou não sabem gostar: eu falo o que penso, abro as portas da minha casa, da minha vida, da minha alma, dos meus medos. Mas eles adoram uma sonsa. Adoram. Mas dane-se. Um dia um louco, direto do planeta dos 2% de homens, vai aparecer." (T.B)


P.S: Achei o texto engraçado. Qualquer semelhança com a realidade, terá sido mera coincidência. Ou não. :)

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Aquele do 'rio-lento'.

Meu blog não faz o tipo utilidade pública. Nunca fez e nunca tive a pretensão de transformá-lo em um. Escrevo porque gosto. Porque isso me faz bem e, ás vezes, é melhor escrever a sair por aí falando e falando.
Decidi então escrever sobre um assunto que algumas pessoas me pediram para abordar a algum tempo atrás. Hoje vou dar ao espaço algum tipo de objetivo. Só hoje.
Vamos aos fatos: você se lembra da vez que aquele indivíduo por quem você daria sua vida, te pediu para párar de gostar dele e te deixou plantada e chorando no meio da rua? Ruim. Da vez que você descobriu que sua 'melhor amiga' estava falando mal de você e depois começou a te ofender do nada? Decepcionante. Quando você ficou com aquele cara e depois descobriu que o idiota tinha namorada? Péssimo. E o dia em que ouviu da boca do seu ex - que não era tão ex assim - que ele estava namorando sério? Horrível. Ah, e teve também aquela vez que você estava interessada naquele carinha e quando disse que ia viajar ele simplesmente sumiu. Foram tantas as situações que, aparentemente, seriam inimagináveis, mas que aconteceram justamente com você. Quando você menos esperava, TUM...aconteceu. E todos os seus planos e sonhos e expectativas, se esvairam.
Agora você se pergunta o motivo de eu estar te relembrando de todas essas coisas chatas. Pois bem, antes te farei uma pergunta. Você já andou no 'rio-lento'? Aqueles brinquedos que se entra num bote gigante e vai boiando rio abaixo. Como o próprio nome já diz, o rio é bem lento. Mas em alguns pontos, geralmente em curvas, o rio projeta pequenas quedas d'água e redemoinhos, naquele momento você e os ocupantes do bote gritam e se molham. Um frenesi. Mas passa. E depois de alguns segundos vocês já estão na tranquilidade da lentidão. De novo.
Agora sim posso te explicar porque falei das coisas chatas. Porque eu as comparo com as pequenas quedas d'água no percurso do rio. Um segundo de confusão e molhadeira, mas que passa. Sempre passa. E o melhor, você NUNCA cai do bote. Assim como depois de todas as situações ruins, você permanece vivinha da silva. A prova disso é que mesmo depois de tudo isso, você está sentada na frente do computador lendo esse texto. Estou errada?
Então essa é a mensagem do post que tem algum valor. Não se preocupe se o cidadão que você está afim ou mesmo apaixonada não retribuir tal sentimento. É ruim, eu sei. Mas você é bem melhor do que isso. Vai doer, óbvio. Mas do 'bote' você não vai cair. Acredite em mim. E em você.


P.S: "Já sei o que é sofrer, agora posso viver sem medo porque descobri que eu não morro". (T.B.)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Das coisas boas e não tão boas da vida.

Mais uma vez sumida, eu sei. Acabo de retornar de uma viagem MA-RA-VI-LHO-SA. Um lugar completamente repetido - visto que sempre estou indo lá - mas que agora passa a ter um objetivo especial. Muito especial.
Então, hoje eu decidi escrever sobre coisas boas porque estou muito bem e feliz e leve e alegre. Coisas como goiabada com queijo. Banana com açúcar e canela. Praia com água de côco. Piscina em dias ensolarados. Um abraço muito apertado. Matar a saudade de uma pessoa querida. Deixar saudade em uma pessoa querida. Rir até sair lágrima dos olhos sem nenhum motivo aparente. Rir quando não pode. Chorar porque ganhou o primeiro computador. Abraçar uma criança gordinha e risonha. Tirar 10 em uma prova de física. Férias. Finais de semana perfeitos. Cinema com pipoca e coca-cola. Dormir com aquela pessoa querida debaixo de um edredon vermelho. Cheiro de naftalina no corredor do prédio. Ouvir o celular tocando aquela musiquinha única que você colocou para o tal cidadão. Ouvir o mesmo cidadão falando que você faz bem à ele. Dormir até cansar. Cansar e depois dormir. Andar na chuva. Beijar na chuva. Escapar da chuva. Enfim, se eu ficar aqui falando das coisas que são boas para mim, eu faria uma bíblia praticamente.
Mas hoje eu quero falar de uma coisa não tão boa também. A capacidade que as mulheres tem de ser tão mongolóides em certas horas. Você conhece o cidadão. Fica com o cidadão. Vocês dois acabam gostando e permanecem com essa situação. Você gosta do cidadão. Isso mesmo. Como se não bastasse estar conhecendo ele aos poucos, você começa a GOSTAR dele. Esse é o primeiro sintoma da mongolice. E tem mais...você tem o melhor final de semana de todos os tempo ao lado dele e o que você faz? Diz que gosta de uva e que gostou do 'shrek'. O QUE? Qual é o seu problema, menina? Por que você não disse que, ao invés de uva, você gosta é dele? Porque quando ele te perguntou 'do que você gostou', você não olhou pra ele e disse que gostou de ter ficado todo o tempo ao seu lado? POR QUE? Simples. Porque mulher é besta. Mulher acha que tem que parecer durona e que não está nem aí, quando está mais aí do que devia. Justamente como acontece com você. Mas, no fundo você sabe porque não falou tudo isso à ele. Você sabe que, por ele, não é bem assim. Sabe que ele namorou tempo suficiente para não querer relacionamento sério tão cedo. Essa é a mais pura das verdades e a única explicação que não seja o fato de você ser: Mongol!
É isso. Quem se importa também, né? Chega de escrever, estrapolei os limites. Beijo.
P.S: A foto retrata bem como são os caminhos que as mulheres escolhem. Inclusive os meus. ;)

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Resumo do dia - parte XI.

"Quero o circo todo a que tenho direito: sedução, fantasia, tempo. Quero um romance longo. Quero intimidade. Fazer cena de ciúme, terminar, voltar, amar, brigar de novo, telefonar, pedir desculpas, retornar. Amantes bem comportados são um tédio." (Martha Medeiros).


P.S: Desculpem pelo post anterior. Confesso, ainda que a contra-gosto, minha TPM. Mas, continua tudo 'blue'. Tudo lindo. Agradeço a compreensão. :)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Aquele que não quer dizer nada.

Não leiam esse texto. Isso mesmo. Esse é um aviso prévio para que você não perca segundos sagrados da sua vida lendo isso aqui. Afinal, se todo post é um desabafo, eu chamaria este de descarrego.
Hoje eu tô puta da vida. De saco cheio. Com vontade de mandar metade do mundo pra puta que pariu e a outra metade pra merda. Cansei de sorrir. De brincar de 'faz-de-conta'. De esperar alguma coisa produtiva das pessoas e, no final, não receber absolutamente nada. Cansei de ser feliz. Felicidade cansa. É bom fazer 'dedinho' pro nada de vez em quando. Reclamar e gritar é bom. E hoje eu estou com vontade disso. Vontade de nada e tudo ao mesmo tempo.
Talvez seja mais uma sexta-feira em casa que está fazendo isso comigo. Pode ser...ou não. Ou talvez seja porque eu pedi a não sei quem um príncipe e acabaram me mandando um lindo sapinho. E de sapo eu quero distância.
Será que eu falo grego? Que língua falam os deuses? Porque, sinceramente, não é a mesma que a minha. Tudo que eu peço, vem o contrário. Eu peço roxo, vem azul. Eu peço sol, vem chuva. Eu peço 'magreza', vem gordura. Eu peço cabelo bom e liso, vem cabelo ruim e ondulado. Eu peço um homem e me vem muleques. É, devo falar um dialeto completamente diverso do dos deuses por aí. Não é possível. O que eu faço com promessas, afinal? Gente, pelamordedeus, palavras NÃO me convencem de nada, só de que você sabe falar. Mais nada. Atitudes me ganham, ou me perdem se for o caso. Faça alguma coisa, por favor!
Além do passado, eu acabo de pegar meus sonhos idiotas e retardados e colocá-los naquela caixa que eu falei em algum post feliz lá atrás. Sonhos são pros ingênuos - já dizia o 'phil' no filme do Hércules - e é verdade. Sonhar é a coisa mais chata que existe e eu não aconselho ninguém a fazer isso.
Bom, se você teve a paciência de ler esse texto até aqui, meus pêsames. Não te acrescentou em nada, pelo contrário, só viu como eu sei falar palavrões e ser megera de vez em quando. E quer saber....quero mais é que você, ele, ela, o cidadão, a cidadã, o goleiro Bruno, a difunta, o Brasil, minhas provas, meu trabalho, minhas duas ridículas semanas de férias e todo mundo que anda me enchendo o saco ultimamente, vá pra puta que pariu. Chega!

P.S: "De novo. De novo. Eu não canso. De novo fazendo romance em cima de conto breve." (Tati Bernardi) Só ela me entende. ¬¬

terça-feira, 6 de julho de 2010

Desabafando minha felicidade.

A poucos textos atrás, eu disse claramento que não saio por aí contando como estou feliz aos quatro ventos. E eu não menti. Nunca fiz o estilo 'mulher misteriosa', daquelas que você olha e não sabe o que está se passando. Não sabe se está feliz. Se está triste. Se entendeu uma pergunta, se não. Faço mais o estilo 'mulher normal'. Você pode até não saber o motivo da minha felicidade ou tristeza, mas com certeza irá saber qual é o meu estado de espírito.
As coisas mudaram. Meus dias ganharam novas cores. Estou mais animada, mesmo quando minha mãe me acorda e me pede pra ir buscá-la lá onde judas perdeu as botas. Tô tão feliz. Tão leve. Tão livre.
Uma vez me disseram que quando você prefere a realidade a sonhar, é porque está apaixonada. Bom, de fato eu tenho preferido ficar beeem acordada a deitar na cama e dormir. Será que isso significa...? E se for mesmo 'isso', qual é o próximo passo? Sinceramente não sei. E nem faço questão de saber. O que eu sei é que fico feliz quando estou com ele. Ainda que você não seja de falar muito. Que eu fale milhões de vezes mais que você. Mesmo fazendo dez perguntas em menos de um minuto. Me agrada estar perto de você.
Tudo aconteceu muito depressa e quando eu vi já estava pensando em você durante o meu dia. Me pegava pensando em quando nos veríamos novamente e se você estaria pensando em mim em algum momento.
Você, certamente, não saberá disso. Talvez veja nos meus olhos quando eu me pego viajando olhando pra você, mas eu não teria a coragem de te dizer o quão importante você se tornou. Se na natureza os opostos se atraem, eu acabo de confirmar tal teoria. Eu, super apressada. Você, mais calmo que 'buda'. Acho que vou começar a aprender a esperar. Esperar você perceber o quanto eu...gosto de você.

P.S: "É só que dessa vez, eu queria muito que fosse diferente. Dessa vez, com você, eu queria que desse certo. Que você gostasse e cuidasse de mim como ontem a noite você cuidou. Eu quero que dê certo, não estraga, por favor. Não estraga não estraga não estraga..." (Tati Bernardi). ;)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Aquele que eu digo que me importo.

Não deveria estar postando hoje. Vai contra minhas próprias regras de atualizar o blog só de vez em quando pra não ficar monótono. Mas dessa vez terei que quebrar as regras.
Hoje eu chorei. Chorei feito uma criança vendo o Brasil ser eliminado da copa. Sentei no chão e com a cabeça enterrada nos meus joelhos eu senti um choro vindo lá do fundo e me entregando. Chorei junto com meu irmão de apenas seis anos, que ficou com o rosto manchado de vermelho. Estou triste não só porque estava gostando dos feriados no meio da semana e nem pela farra que fazíamos em todo jogo da seleção. Estou triste porque o MEU time, que eu tanto acreditava, teve que sair antes mesmo da semifinal. Porque tivemos que abaixar a cabeça para a tal 'laranja mecânica' que se dizia invencível. E foi.
Acho que nunca disse isso, mas...eu tenho um imenso orgulho de ser brasileira. Além de ser um país enorme e belíssimo, a característica do povo brasileiro me enche de um sentimento que eu não sei ao certo como definir. Gosto da nossa raça. Da força de vontade mesmo sendo um país com uma elevada taxa de corrupção e 'bandidagem'. Tiro isso pelo meu pai. Meu exemplo. Um simples comerciante que, por não ser um dos 'grandões', segue a risca todas as leis e impostos ditados pelo nosso magnífico governo. Sem nunca desistir. Isso, para mim, é raça. E o povo brasileiro é cheio dela.
Quando vi nossos jogadores deixarem o campo de cabeça baixa, foi como ver todo o Brasil daquela forma. Eu estava assim. Mas o que mais me impressiona é que, assim como meu irmão estava chorando e depois de meio segundo já pegou folhas para desenhar, os brasileiros logo logo erguirão a cabeça novamente e suas vidas vão seguir com a mesma alegria e empolgação nata.
Mas vou deixar minha 'brasileirice' de lado hoje. Hoje estou triste. E ponto. :/

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Quando eu vejo o lado bom.

Dias que eu não escrevo. Venho aqui assiduamente e fico olhando a tela. Penso em mil assuntos que eu poderia abordar aqui. Tento tirar idéias que não estão disponíveis. Me sinto uma inútil de não atualizar o blog com tanta frequência como eu costumava fazer. O que será que houve?
Bem, a resposta para tal pergunta é a seguinte: eu estou bem. Exatamente o que eu quis dizer. No momento, me encontro em perfeita paz. É claro que independente do meu estado de espírito eu gosto de escrever. Pra mim, escrever é uma forma de desabafo, de descarrego. E cá pra nós, é mais comum as pessoas desabafarem quando estão tristes. Carentes. Pra baixo. Eu raramente saio por aí 'desabafando' minhas alegrias.
Por isso não tenho dado as caras ultimamente por aqui. Estou feliz. Tranquila. Parei de perder o sono por conta de coisas pequenas e bobas. Pessoas desinteressantes que só recorrem a mim por motivos tolos e fúteis. Sinto como se eu tivesse deixado pra trás uma mala cheia de passado e coisas que não mais fazem diferença na minha vida. Hoje só carrego o necessário. Nada de bugingangas. Amigos de verdade. Minha família que eu tanto acho maluca e digna de um amor incondicional. Minha faculdade, que mesmo que eu perca a paciência algumas vezes e pense em virar 'hippie' com mais frequência do que gostaria, continua sendo exatamente aquilo que eu queria fazer. Meu trabalho super mecânico, mas que me dá um prazer imenso - principalmente no final do mês. Ou seja, trago comigo coisas que sei que tem alguma utilidade. Que ainda que me façam sofrer, vão me consolar em alguma hora.
Cansei dessa vida de pé atrás. Cansei de dar 'segundas-chances'. Cansei de ouvir mentiras. Pelamor...como tem individuos caras-de-pau para mentir mesmo sabendo o quão fácil será descobrir a verdade. Nossa. Incrível.
Tô mais leve. Tô mais magra. Tô mais mitida. Mais invocada. Exigente. Chata. Ciumenta. Implicante. Cheia de vontades malucas e com um desejo imenso de conhecer e experimentar coisas novas e interessantes. A 'terra da Rainha' que me aguarde. Espero ansiosa dezembro chegar. hahá.

P.S: "Você pode ter todo o dinheiro do mundo, mas há algo que jamais poderá comprar: um dinossauro." (Homer Simpson). Não resisti à essa frase. :)