
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Minha melhor lembrança.
Hoje eu estava deitada na cama junto com minha mãe, conversando sobre como eu gostava de ser criança. Das brincadeiras, da despreocupação, da leveza que a infância me proporcionava. Foi como se eu pudesse voltar no tempo de alguma forma e conseguisse me ver, pequena, com o cabelo ralo e sem o dente da frente - que eu perdi quando tinha 2 anos e só fui voltar a ter por volta dos oito.Ainda consigo me lembrar do cheiro que minha casa antiga tinha. Aquela casa branca com portão e janelas verdes. Coisa simples, mas que me traz uma sensação imensamente boa. Tantas brincadeiras, 'aventuras' e, até mesmo, artes. Isso porque eu inventei, certa vez, de jogar bilhetinhos mal-criados na janela em frente a minha - resultado: a dona que recebia meus dizeres assinados como 'mister M' foi até o meu pai e disse que se eu não parasse (eu tinha OITO anos), ela ia na delegacia prestar queixa contra mim. Gentinha mais sem espírito esportivo. Aiai.
Sem mencionar minhas intermináveis brincadeiras de barbie. Acordava sábado de manhã, tomava café, vestia minha 'roupinha de ficar em casa' e subia pro terraço levando todos os cacarecos possíveis para uma boa brincadeira. "Barbie nova = mocinha. Barbie velha = empregada e, algumas vezes, vassoura". E lá eu ficava até de tarde. Me esquecia da vida. Dos problemas que, na época, eram 'o que eu vou ganhar de natal? ' ou mesmo, 'depois disso, de que eu vou brincar?'
Tempos que, infelizmente, não voltam mais. Muito clichê, eu sei. Mas eu realmente sinto uma tremenda falta da minha incrível infância feliz. E, sem querer me gabar, eu fui um verdadeiro exemplo de criança. Isso porque, até os 12 anos não me passava pela cabeça namorar e muito menos beijar na boca. Diferente do que vemos hoje, diga-se de passagem. Onde as crianças se tornam 'adolescentes' com 11 anos e já querem namorar e beijar e, em alguns casos, até....deixa pra lá. Na minha época, o máximo que acontecia eram aquelas brincadeiras de 'verdade ou consequência' ou 'pera-uva-maçã-salada mista'. Só. E, me lembro que morria de vergonha quando alguém me perguntava 'de quem você gosta, Flávia?' Ficava mais vermelha que um tomate seco. Mas é claro que sempre tinha aquele garotinho que fazia nosso coração gelar. Engraçado, mas...não me lembro de ter perdido uma noite de sono sequer por conta do menininho que me gelava por dentro. Era tudo tão simples e fácil. Não havia mão na mão, nem beijo na boca e eu era tão desprendida, que poderia até voar. hehe!
Eita tempinho bom, meudeus. Sem paranóias, sem crises, sem decepções, sem noites acordada, sem expectativa, sem um mísero motivo para te fazer se sentir a pior pessoa do MUNDO. Ahhh... quem me dera eu pudesse voltar aos meus oito aninhos, quando meu dente da frente, finalmente, começou a crescer. :)
P.S: "Morro de saudade. Que coisa maluca a distância, a memória. Como um filtro. Um filtro seletivo. Vão ficando apenas as coisas e as pessoas que realmente contam." (Caio F.)
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Mudança de Estação.
Das quatro estações do ano, estamos entrando na que eu, particularmente, mais gosto. A primavera. Gosto do nome. Dos meses que fazem parte dela. Do tom azul bonito que o céu ganha. Das flores coloridas no chão da cidade. Do cheiro. Do ar. Enfim, tudo que a primavera traz e representa me faz bem.Como os mais velhos gostam de salientar: 'a bonança vem depois da tempestade'. E não é diferente com a primavera. Afinal, ela vem depois do inverno. Essa estação gelada e cinza e feia e solitária - não sei por quê, mas inverno é sinônimo de solidão, pra mim. Então, depois de passado o frio, vamos sentir a leve brisa de um 'pré' verão.
Tá. Agora o que isso tem a ver com alguma coisa? Não sei explicar com clareza, é só que...a primavera caracteriza bem o momento da vida pelo qual estou passando. Depois de algumas tempestades. Maré alta. Frio. Solidão. Sinto que começo a entrar na fase de calmaria. Na fase bonita. E, pasmem. Isso, pela primeira vez, não tem nada a ver com ninguém. Estou assim por mim mesma e pelas coisas que eu aprendi. O que não acontecia num passado não tão distante, que para que eu me sentisse bem e feliz, era preciso de alguém ao meu lado, ainda que esse tal alguém não valesse nem uma batata frita.
Mas hoje as coisas mudaram. Hoje eu sei que para estar plena e realizada, não importa quem esteja ao nosso lado, mas sim quem somos por dentro. Ou, quem queremos ser. E eu escolho ser livre. Independente. Alegre e maluca do meu jeito. Até já fiz uma lista com coisas que eu tenho que fazer antes de...sei lá, completar 30 anos. Vamos à algumas delas:
1ª) Quero fazer uma tatuagem de borboleta um pouco abaixo da cintura. (Sim, muitos vão achar cafona e maluquice, mas eu quero fazer. E vou.)
2ª) Quero voar de asa-delta. (Ainda que eu morra de medo de avião, não deve ser a mesma coisa, né?)
3ª) Quero fazer um curso de fotografia e sair fotografando tudo que eu ache bonito e depois fazer uma exposição com as fotos tiradas. (Nem que a exposição fique no meu quarto.)
4ª) Viajar. Viajar muito e só com uma mochila nas costas. (Isso está prestes a se concretizar. Urhul.)
5ª) Quero um amor. Quero morrer de amor. Me apaixonar e que se apaixonem por mim. Quero morar junto. Fazer cafuné na hora de durmir. Acordar com café na cama. Andar na chuva de mãos dadas e...outras coisas mais. :)
Cinco coisas. As quatro primeiras eu acho fácil e tenho certeza que consigo realizá-las antes mesmo dos 25 anos. Mas a de número cinco...bem, essa eu não faço idéia quando sairá do papel. Mas de verdade, eu não me importo muito com o tempo que eu terei de esperar. Concluindo as outras, eu me sentirei tão feliz que o amor pode esperar, afinal.
O que me resta então, é viver intensamente essa estação que tão bem me faz. "Primavera, seja bem-vinda!!!!!".
domingo, 19 de setembro de 2010
Meu desabafo.
Prometi a mim mesma que não falaria mais sobre o assunto. Nem comigo nem com você. Mas, escrever não é falar, então aqui estou eu. Para colocar pra fora tudo que anda misturado dentro da cabeça mais bagunçada da história: a minha.A verdade é que eu adoro estar com você. Eu gosto da sensação que tenho antes mesmo de te ver. Só de saber que faltam algumas horinhas para nos encontrarmos, eu já me sinto realizada. E, quando nos vemos enfim, minha vontade é de te dar um abraço tão apertado que te esmagaria todinho e você nunca mais seria o mesmo. Conversar sobre como estão as coisas comigo e ouvir você até sua saliva secar de tando falar e falar.
O fato de você ser mais quieto e 'na sua' não me incomodam nem um pouco, pelo contrário, acho que até nisso combinamos. Eu, a confusão. Você, a paz. Eu, apressada. Você, um verdadeiro 'deixa a vida me levar'. Gosto do jeito como me olha quando estamos em silêncio, ainda que você não esteja pensando em nada relacionado a nada, mas só de saber que estou sendo o alvo de sua visão já me deixa feliz. Aliás, a palavra felicidade é constante no meu vocabulário quando penso em você. Quando falo com você. Quando recebo uma mensagem sua. Quando você diz algo bobo como 'vou deixar essa marquinha pra você lembrar de mim durante a semana'. Bobo. Você não precisa ficar me deixando toda cheia de marcas. A maior delas você já deixou e, não tenha dúvidas, é bem mais eficiente que um roxo no braço.
Mas...tem algo me incomodando. E é por isso que resolvi quebrar - em partes - minha promessa de não falar sobre isso. A verdade é que eu não estou mais satisfeita com nossa 'situação'. Ela já não me basta mais. Sei que já conversamos sobre isso e eu compreendi tudo o que me disse. Fingi compreender. Desculpe, mas eu não posso aceitar tal explicação. Eu não quero isso e suas atitudes comigo mostram que você também não quer. Então, o que estamos esperando? Medo? Trauma? Tempo? Não. Tenho pra mim que quando gostamos e queremos estar com uma certa pessoa, vale a pena o risco. Vale a pena tentar e ver se dá certo. Afinal, já passamos por tantas coisas que hoje em dia nada mais nos impressionaria.Vamos sobreviver se não der certo, oras.
O problema é que se não dermos esse passo à frente, podemos estar perdendo uma ótima oportunidade de conhecermos coisas novas e aprendermos um com o outro mais do que já experimentamos. Afinal, o tempo passa e com ele a vontade de quem tanto quer uma coisa. E isso eu digo por mim. Hoje posso querer uma coisa mais do que tudo e amanhã, de tanto esmurrar a ponta da faca, me encher de tudo e dar um ligeiro 'tchauzinho'. Acabou.
P.S: Isso foi um desabafo. Raramente acontece, mas hoje eu não estava aguentando meus pensamentos. A verdade é que voltei pra casa com o coração do tamanho de um caroço de mostarda. Sei que o destinatário desse texto não lerá isso, por isso foi mais fácil. Um dia eu crio coragem e falo diretamente com ele. Quem sabe...
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Das coisas que são importantes.
Que minha família é maluca, eu sei. Desde que nasci. Que as - poucas - amigas que tenho são surtadas, também já sabia. Mas que eu amo muito toda essa insanidade, isso é novidade pra mim.Na madrugada, isso mesmo, MADRUGADA de segunda-feira pude perceber o quanto eu gosto de certas maluquices. Estava deitada na cama alta da minha avó, não querendo ter de abrir os olhos e encarar uma viagem às 7:00 da manhã, quando ouço ela e meu avô conversando e fazendo meu café da manhã - que gracinhas!!! Posso ouvi-los falando de remédios, médicos, pãos e camundongos. Camundongos?! Minha avó diz que não quis falar perto de mim, mas viu um pequeno ratinho na casa. Meus olhos se abriram instantaneamente e eu dei um pulo da cama. Ainda estava escuro, coloquei meus chinelos, peguei meu casaco e fui ao encontro deles na cozinha. A mesa estava posta e eu sentei para tomar o café que os dois prepararam com tando carinho. Até aí tudo bem. Até que...eu olhei pro lado e vi. Eu vi o tal 'ratinho' zanzando perto do banheiro. Pra que? Eu gritei, subi na cadeira, surtei. Meu avô prontamente pegou uma vassoura e disse que iria matá-lo. Eu corri para o quarto em que dormi com minha avó atrás carregando meus chinelos que não tive tempo de calçar. O final disso é que meu avô NÃO matou o rato, disse que matou para me acalmar e eu acabei vendo o bonito, de novo, depois. Eca!
O que ficou dessa situação foi que até na loucura a gente se ama e se entende. Apesar do rato e de ser ainda madrugada, eu amei estar ali com eles. Um querendo falar mais alto que o outro. Meu avô e sua vassoura. Minha avó e suas reclamações de que eu sou muito 'mole'. Adorei.
Por alguns instantes eu esqueci a prova que fiz no dia anterior, esqueci o rapaz que eu tanto gosto e que me tratou tão 'amigavelmente' ao telefone quando eu liguei. Esqueci da viagem de volta. Da chatice da semana que estava pra começar.
Gosto de coisas simples. Gosto da minha família e da loucura que ela representa. Das minhas amigas e das coisas que elas falam na cara. Das minhas primas e da mongolice que sai quando estamos juntas. Sou muito feliz de ter todas essas pessoinhas ao meu lado. Afinal, com essa galera eu não preciso ficar o tempo todo sorrindo e tentando agradar. Não me presto ao papel de ligar e ser tratada como qualquer uma. Não preciso ficar esperando o telefone tocar nem ter que ouvir a 'mentirinha' de um projeto de fim de semana.
De tudo isso, uma coisa é certa: algumas coisas são realmente importantes. Ainda que não nos façam feliz sempre, são importantes e nos preenchem. Diferentemente de outras coisas que, achamos nos fazer feliz, mas que nos traz mais preocupações e dor de cabeça do que alegria de fato. Pense nisso. O que é importante pra você?
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Vai entender.
Todos já ouviram falar, ou já leram, aquele livro chamado "o segredo". Resumindo seu conteúdo: tudo que você quiser, deseje com muita força e o universo - que conspira a seu favor - vai te dar. Ou alguma coisa parecida. Eu já li esse livro e confesso que acreditei nele. Afinal, o livro mostra depoimentos de pessoas que desejaram e conseguiram. Uma verdadeira lavagem cerebral para você pensar sempre positivamente. HAHAHA.Engraçado. Porque a realidade é completamente diferente. Você pode até desejar com muita força, mas nada irá acontecer se você não arregaçar suas manguinhas e correr atrás do objeto desejado.
Ok. E quando você deseja, corre atrás e faz tudo que está ao seu alcance, mas não consegue o que realmente quer? Senta e chora? Pode ser, mas...não dará certo também. O fato é que o livro é falho. O livro não leva em conta que, independente do que VOCÊ quer, se houver uma outra pessoa envolvida, será necessário saber se esse cidadão também quer, né? E se ele não quiser, não há universo conspirando que vá fazer dar certo.
E cá pra nós, quem nunca quis muito uma coisa e quando foi 'pedir' levou um 'não' bem sutil na cara? É como sair correndo e dar de cara com uma parede de vidro. Você está indo na direção dela, mas não consegue vê-la. E TUM. Bate a cara. Dói. Dá vergonha e pensa: 'como é que eu não vi essa droga de parede?' Querida, você não viu porque não tinha como ver. Você não esperava o amável 'não', porque ele não dava indícios NENHUM de que esse não existisse. E você foi. Com a cara e a coragem. Se sentindo o homem do relacionamento. Querendo dar mais um passo e ele querendo 'deixar do jeito que está'. Affs.
É claro que você não quer isso. Porque você é '8 ou 80'. Ou é tudo ou é nada, meudeusdocéu. Depois de tanto tempo juntos, saindo, conversando, rindo, experimentando coisas novas, por que não assumir logo o que todo mundo já acha que é?
Sua vontade era de olhar bem nos olhos do cidadão e dizer que você é diferente. Que você não vai sufocá-lo e nem deixar de ser engraçada e carinhosa e simpática com os amigos dele. Que quando você quer uma coisa, você faz pra dar certo. Você se empenha. Se doa. Entra pra ganhar e faria de tudo para vê-lo mais feliz. Mas você não fez isso. Você se calou e disse um 'tudo bem' baixinho. Com aquela vontade incontrolável de chorar. Com a cabeça sempre batendo na mesma tecla: eu já disse isso praquele carinha uma vez. Aquele que eu não estava afim e queria me livrar dele. Disse que não estava prontra e SUMI. Mas o que ele não sabia era que eu não estava pronta porque era ele, né. E com esse novo cidadão é diferente. Agora quem não está pronto é ele. E você pensa que ele quer sumir de você. Que isso é só uma desculpa.
Se for, deixa ele sumir. Ainda que a senhorita esteja com o coração mais espremidinho do mundo, deixa. Se não for pra ser dessa vez, tenha certeza que da próxima será. Ahhh...e lembre-se: o verdadeiro 'segredo' é correr atrás do que se quer. Fazer acontecer. Nunca espere sentado, porque nada de bom vai cair no seu colo. Ok? ;)
P.S: "Não desista, vá em frente. Sempre há uma chance de você tropeçar em algo maravilhoso. Nunca ouvi falar em ninguém que tivesse tropeçado em algo enquanto estava sentado." ( Charles F. Kettering)
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Não faça isso.
Acho bastante curioso a facilidade que algumas pessoas têm de se apaixonar e desapaixonar. Hoje, estão 'amando'. Amanhã, 'odiando' e já com outro(a). Incrível isso, não?!O fato é que isso não é amor, e sim paixão. Nos apaixonamos facilmente e, por uma questão de lógica, nos 'desapaixonamos' mais rápido ainda. A paixão não cria vínculo duradouro. Paixão se traduz como empolgação. Emoção de estar com aquela pessoa que acabamos de conhecer e que, aparentemente, preenche todos os requisitos que esperamos de alguém. Paixão avalia muito mais a aparência do que o interior. É aquele fogo. A química. O corpo-a-corpo. É a idealização de um cidadão perfeito, ainda que este individuo seja um verdadeiro zé ruela. E quando a novidade acaba, o que fica? A decepção. A dor da perda de uma coisa que não tinhamos. O sofrimento sem causa por acharmos que estávamos no caminho certo e 'amando' aquela pessoa perfeitinha dos nossos sonhos. E não. Por que? Porque a maioria esmagadora das pessoas não vale a pena - eu me incluo nisso - e não porque são ruins ou qualquer coisa do gênero. Mas sim, porque quando alguém se apaixona pela gente, esse alguém nos idealiza de uma tal forma que, quando nos acompanha na dura rotina, acaba caindo na real de que nada daquilo era de verdade. Afinal, não conseguimos manter um 'personagem' por muito tempo.
Vamos à um exemplo bem comum - eu faço isso, claro: você conhece um cara. Uma gracinha e blábláblá. Vocês conversam. Dão risadas. Se beijam. Você não liga se ele está conversando com outra garota enquanto jogam sinuca. Se mostra a mulher mais independente e desprendida e engraçada de todos os tempos. Os dias passam e você começa a gostar do infeliz. Começa a pensar nele mais vezes do que gostaria. A esperar por uma mensagem. Por uma conversa pelo MSN. Mas mantém a postura e não corre atrás. Até porque, você é a 'mulher que ele pediu a Deus', né. Fica na sua e espera ele te procurar. Ok.
ALO-OOU. Essa não sou eu. Eu sinto ciúmes, tá. Não doentio, mas eu sinto. Eu tenho TPM e não sou tão engraçada quanto pareci no nosso primeiro encontro. Sinto vontade de te ligar mais vezes por dia e de te contar minhas desventuras. Às vezes sou carente. Às vezes, brava. Nunca consigo ser a mesma durante muito tempo.
Mas essa é a graça, afinal. Pessoas perfeitas não existem. Assim como paixões não duram. E eu não quero que se apaixonem por mim. Muito menos pelo que eu sou em 'uma noite'. Quero muito mais.
Então, fica a dica. Não se apaixone por mim. Me conheça. Me entenda. E, se por algum acaso da vida achar que eu valho a pena, me ame. Mas JAMAIS se apaixone por mim.
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